Por mim, e por vós, e por mais aquilo
que está onde as outras coisas nunca estão,
deixo o mar bravo e o céu tranqüilo:
quero solidão.
Meu caminho é sem marcos nem paisagens
Não ando perdida, mas desencontrada.
Levo o meu rumo na minha mão.
A memória voou da minha fronte.
Talvez eu morra antes do horizonte.
Deixo aqui meu corpo, entre o sol e a terra.
Deijo-te, corpo meu, todo desilusão!
Estandarte triste de uma estranha guerra...
Quero solidão.